A correria em Paris não me permitiu escrever. Agora, em Avignon, na cama confortável do hotel, vou tentar fazer um apanhado das minhas impressões da cidade-luz:
Paris é intensa. Rica demais. Merece uma visita de muitos dias. Ou muitas visitas. Bem, pisei lá no Marco Zero, então estou tranquila. Merece tempo, não só pelas quantidade de monumentos, museus e de história, mas para que a gente possa absorver um pouco o modo de ser do parisiense. Um modo , a meu ver, bem charmoso de ser. Vamos a algumas impressões:
O parisiense não me pareceu mal-educado como dizem. Achei-os inclusive de uma polidez educada, sempre com um pardon no metrô ou em bonjour nas lojas. Não é possível querer compará-lo ao modo de ser do carioca, é outro povo, outra realidade, outra cultura. Até o olhar deles para os músicos que tocam no metrô por moedas ou aos pedintes de ticketes-restaurante nas ruas ( sim, há pedintes em Paris) é diferente. Andamos muito de metrô e deu pra observar bem as pessoas.
Os parisienses realmente tomam sol nas margens do Sena, ou nas praças e jardins. Comem baguetes enquanto andam na rua, indo ou vindo dos seus afazeres. São esguios, e têm um olhar altivo, mas conversam muito , gostam de correr, andam muito de bicicleta.
O metrô de Paris: funciona. Realmente ele vai a todos os cantos, interligando com as linhas de trem (RER), é preciso prestar bastante atenção ao mapa, números são linhas do metrô, letras são linhas de trem, e em que estações é possível fazer as transferências de linhas. Necessário também estar ciente que o passageiro precisa manter seu ticket até o final da viagem, pois há blitz de segurança às vezes em algumas estações, e caso você não o tenha, multa de 32 euros... O ticket também é necessário quando você faz a conexão com as linhas de trem, em algumas é preciso inserir novamente o ticket nas catracas.
Cada estação do metrô é diferente da outra, cada linha sendo de uma época, imagino eu. A sinalização é padronizada em todas elas e funciona. Mas quase não há funcionários, as bilheterias fechadas, substituídas pelas máquinas que, diferentes das nossas, dão troco. E atenção, uma coisa muito importante : muita escada. Porque as linhas passam umas sob as outras, em diferentes níveis, então há muitos degraus entre elas. Escadas-rolantes há , mas em uma ou outra estação . Os trens também são diferentes, uns bem antigos, parecendo aqueles trenzinhos antigos, outros mais moderninhos, com aqueles bancos estofados coloridos como temos por aqui.
Paris é intensa. Rica demais. Merece uma visita de muitos dias. Ou muitas visitas. Bem, pisei lá no Marco Zero, então estou tranquila. Merece tempo, não só pelas quantidade de monumentos, museus e de história, mas para que a gente possa absorver um pouco o modo de ser do parisiense. Um modo , a meu ver, bem charmoso de ser. Vamos a algumas impressões:
O parisiense não me pareceu mal-educado como dizem. Achei-os inclusive de uma polidez educada, sempre com um pardon no metrô ou em bonjour nas lojas. Não é possível querer compará-lo ao modo de ser do carioca, é outro povo, outra realidade, outra cultura. Até o olhar deles para os músicos que tocam no metrô por moedas ou aos pedintes de ticketes-restaurante nas ruas ( sim, há pedintes em Paris) é diferente. Andamos muito de metrô e deu pra observar bem as pessoas.
Os parisienses realmente tomam sol nas margens do Sena, ou nas praças e jardins. Comem baguetes enquanto andam na rua, indo ou vindo dos seus afazeres. São esguios, e têm um olhar altivo, mas conversam muito , gostam de correr, andam muito de bicicleta.
O metrô de Paris: funciona. Realmente ele vai a todos os cantos, interligando com as linhas de trem (RER), é preciso prestar bastante atenção ao mapa, números são linhas do metrô, letras são linhas de trem, e em que estações é possível fazer as transferências de linhas. Necessário também estar ciente que o passageiro precisa manter seu ticket até o final da viagem, pois há blitz de segurança às vezes em algumas estações, e caso você não o tenha, multa de 32 euros... O ticket também é necessário quando você faz a conexão com as linhas de trem, em algumas é preciso inserir novamente o ticket nas catracas.
Cada estação do metrô é diferente da outra, cada linha sendo de uma época, imagino eu. A sinalização é padronizada em todas elas e funciona. Mas quase não há funcionários, as bilheterias fechadas, substituídas pelas máquinas que, diferentes das nossas, dão troco. E atenção, uma coisa muito importante : muita escada. Porque as linhas passam umas sob as outras, em diferentes níveis, então há muitos degraus entre elas. Escadas-rolantes há , mas em uma ou outra estação . Os trens também são diferentes, uns bem antigos, parecendo aqueles trenzinhos antigos, outros mais moderninhos, com aqueles bancos estofados coloridos como temos por aqui.
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