Visitamos duas pequenas vilas medievais no mesmo dia. Primeiro, a uns 13 km de Nice, Saint Paul de Vence; já no fim da tarde, Èze, a uma distância mais ou menos parecida, mas para o lado do mar.
Que bom que foi assim. Saint Paul surge na estrada à sua esquerda, no alto de uma elevação rochosa, e você fica se perguntando como fazer para chegar lá. Realmente é necessário avançar em direção à cidade de Vence, e retornar, somente na descida se tem acesso à vila. Que é uma graça, claro. Toda murada e cheia de lojinhas de arte, Saint Paul é assim mais refinada, já que muitos pintores e artistas a elegeram como moradia ou inspiração. Restaurantezinhos charmosos, e logo na entrada do centro murado você pode estudar o mapa do conjunto histórico e percorrer as ruas a partir de um roteiro numerado. Nada de quinquilharias e souvenirs aqui, tudo de bom gosto, ao meio de construções de pedra e muros floridos. Um localzinho realmente incrível, até você chegar a Èze.
A diferença ente as duas vilas é que Èze é mágica. Poucas lojinhas, muito mais casas, escadinhas, ruazinhas curvas que escondem recantos floridos, passagens em arcos de pedra. De repente, no cantinho de um muro, a entradinha para um hotel cinco estrelas. Discreto, claro, porque Èze é assim, docemente misteriosa. Num outro nicho de pedra, em uma janelinha, um rapaz vende azeites em latinhas decoradas, aromatizados com alho, especiarias e manga, oferecendo uma prova dos mesmos numa minúscula colher. Com detalhes que nos fazem acreditar que estamos numa janela do tempo, Èze é uma mistura da Vila de Bri e do Condado, entende quem vive no mundo de Tolkien. Parece que a qualquer momento um hobbit vai passar correndo e entrar em uma das casas de pedra! Batendo a pequena porta de madeira. Emoldurando todo esse ambiente, flores nas janelas e muros, o sino da igreja tocando, e , lá embaixo, o azul do Mediterrâneo.
Que bom que foi assim. Saint Paul surge na estrada à sua esquerda, no alto de uma elevação rochosa, e você fica se perguntando como fazer para chegar lá. Realmente é necessário avançar em direção à cidade de Vence, e retornar, somente na descida se tem acesso à vila. Que é uma graça, claro. Toda murada e cheia de lojinhas de arte, Saint Paul é assim mais refinada, já que muitos pintores e artistas a elegeram como moradia ou inspiração. Restaurantezinhos charmosos, e logo na entrada do centro murado você pode estudar o mapa do conjunto histórico e percorrer as ruas a partir de um roteiro numerado. Nada de quinquilharias e souvenirs aqui, tudo de bom gosto, ao meio de construções de pedra e muros floridos. Um localzinho realmente incrível, até você chegar a Èze.
A diferença ente as duas vilas é que Èze é mágica. Poucas lojinhas, muito mais casas, escadinhas, ruazinhas curvas que escondem recantos floridos, passagens em arcos de pedra. De repente, no cantinho de um muro, a entradinha para um hotel cinco estrelas. Discreto, claro, porque Èze é assim, docemente misteriosa. Num outro nicho de pedra, em uma janelinha, um rapaz vende azeites em latinhas decoradas, aromatizados com alho, especiarias e manga, oferecendo uma prova dos mesmos numa minúscula colher. Com detalhes que nos fazem acreditar que estamos numa janela do tempo, Èze é uma mistura da Vila de Bri e do Condado, entende quem vive no mundo de Tolkien. Parece que a qualquer momento um hobbit vai passar correndo e entrar em uma das casas de pedra! Batendo a pequena porta de madeira. Emoldurando todo esse ambiente, flores nas janelas e muros, o sino da igreja tocando, e , lá embaixo, o azul do Mediterrâneo.
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