Expectativa. Frisson. Finalmente, o tão esperado dia de reencontrar nosso filho, que andou perambulando pela Inglaterra e Holanda. Volltamos à Florença para devolver o carro alugado e tomar o trem para Roma. Nosso encontro seria na Termini, estação central de trens da capital italiana. Daniel viria de Amsterdam de avião e tomaria o Leonardo Express, trem que liga o aeroporto Fumiccino à estação ferroviária. Como ele chegaria primeiro, nos esperaria na plataforma de chegada do trem 9525, o nosso trem. Que atrasou. Devido, segundo disseram, a um problema na linha. Tentamos trocar a passagem mas a atendente da Trenitalia nos convenceu que o outro trem demoraria mais a sair. Partimos com atraso de uma hora. Tudo para aumentar a expectativa! Com a Graça de Deus chegamos, enfim, e reencontramos o filho nos aguardando pacientemente, depois de tomar um café, já que tinha acompanhado o atraso do trem no placar da estação.
Acho que Roma é mesmo o centro do mundo. Todos vêm aqui, de todas as nacionalidades e credos, olhar de perto as ruínas de um império que até hoje nos fascina. Roma nos atrai com um magnetismo inexplicável, e o Coliseu é o símbolo máximo dessa atração. É como uma ciranda inevitável contornar o estádio, e penetrar nas suas formas é um chamado insistente, que tem que ser atendido. Como explicar que um lugar, destinado a lutas sangrentas e injustiças, possa atrair a todos de forma tão hipnotizante? Que conhecimento da alma humana já tinham os romanos, quando aplicavam a máxima do "pão e circo?"
Não basta entrar no estádio. É preciso tocar no Coliseu, nas pedras frias dos arcos, onde a ventilação natural oferece alívio do sol já escaldante da primavera. É preciso subir suas escadas, encostar nas muradas, olhar a arena. Achar uma fonte de água potável para aliviar o calor. As explicações do audioguide são necessárias mas não conseguem transmitir o que é estar no cenário vivo da história aprendida nos livros, vista nos filmes.
Roma é um tesouro para quem gosta de história. E de histórias. Sim, você sabe que muitas vezes só vai encontrar um amontoado de pedras, um muro de tijolos antigos, um fragmento de mármore trabalhado ou o que restou de algumas colunas. Mas isso faz parte do charme de Roma. Imaginar como teria sido, e ver tantas escavações arqueológicas em curso, nos faz sentir quase como participantes daquela aventura histórica. Dá vontade de ler sobre cada templo, cada fato, sobre césares e sobre deuses, seus romances e intrigas. De assistir Gladiator pela enésima vez. A areia , porém, escorre sem dó pela ampulheta, é preciso correr, seguir em frente , Roma tem tanto pra ver... É preciso "ticar " a Piazza Navona, com sua fonte e restaurantes, a Fontana di Trevi ( que está em reforma !), a Piazza di Spagna, também em obras, e o Duomo, sensacional obra de engenharia , e ainda intacta, por ter sido, segundo soube, sempre uma construção com uma finalidade ao longo das épocas, nunca abandonada.
Um buraco na calçada mudou o rumo do nosso roteiro quando saímos à noitinha, para ver o Colosseo iluminado. Daniel torceu o pé e, com dores, precisou retornar ao Brasil mais cedo. Tão tipicamente romana essa virada no enredo ! Com passagem comprada para a Croácia, tínhamos, eu e Luis, que seguir em frente, sem ir ao Vaticano... Será ?
Acho que Roma é mesmo o centro do mundo. Todos vêm aqui, de todas as nacionalidades e credos, olhar de perto as ruínas de um império que até hoje nos fascina. Roma nos atrai com um magnetismo inexplicável, e o Coliseu é o símbolo máximo dessa atração. É como uma ciranda inevitável contornar o estádio, e penetrar nas suas formas é um chamado insistente, que tem que ser atendido. Como explicar que um lugar, destinado a lutas sangrentas e injustiças, possa atrair a todos de forma tão hipnotizante? Que conhecimento da alma humana já tinham os romanos, quando aplicavam a máxima do "pão e circo?"
Não basta entrar no estádio. É preciso tocar no Coliseu, nas pedras frias dos arcos, onde a ventilação natural oferece alívio do sol já escaldante da primavera. É preciso subir suas escadas, encostar nas muradas, olhar a arena. Achar uma fonte de água potável para aliviar o calor. As explicações do audioguide são necessárias mas não conseguem transmitir o que é estar no cenário vivo da história aprendida nos livros, vista nos filmes.
Roma é um tesouro para quem gosta de história. E de histórias. Sim, você sabe que muitas vezes só vai encontrar um amontoado de pedras, um muro de tijolos antigos, um fragmento de mármore trabalhado ou o que restou de algumas colunas. Mas isso faz parte do charme de Roma. Imaginar como teria sido, e ver tantas escavações arqueológicas em curso, nos faz sentir quase como participantes daquela aventura histórica. Dá vontade de ler sobre cada templo, cada fato, sobre césares e sobre deuses, seus romances e intrigas. De assistir Gladiator pela enésima vez. A areia , porém, escorre sem dó pela ampulheta, é preciso correr, seguir em frente , Roma tem tanto pra ver... É preciso "ticar " a Piazza Navona, com sua fonte e restaurantes, a Fontana di Trevi ( que está em reforma !), a Piazza di Spagna, também em obras, e o Duomo, sensacional obra de engenharia , e ainda intacta, por ter sido, segundo soube, sempre uma construção com uma finalidade ao longo das épocas, nunca abandonada.
Um buraco na calçada mudou o rumo do nosso roteiro quando saímos à noitinha, para ver o Colosseo iluminado. Daniel torceu o pé e, com dores, precisou retornar ao Brasil mais cedo. Tão tipicamente romana essa virada no enredo ! Com passagem comprada para a Croácia, tínhamos, eu e Luis, que seguir em frente, sem ir ao Vaticano... Será ?
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