Partir de Florença não era fácil. Porém a viagem precisava continuar, e havia à nossa espera uma fattoria, a versão italiana ( menor e mais charmosa) do nosso hotel- fazenda.
A Fattoria Voltrona, como tantas outras na região que estavam abandonadas há algumas décadas, ganhou vida nova com o agriturismo. Quando a industrialização dificultou a vida das famílias tradicionalmente agrícolas, muitas abandonaram o campo e foram buscar novas oportunidades nos centros urbanos. Voltrona era só ruínas quando foi comprada pelo atual proprietário, que ainda tentou, sem sucesso, estabelecer uma produção leiteira. Nos anos oitenta, alguns alemães pediram para hospedar-se na fazenda, para espanto do dono, devido à total falta de estrutura das casas da propriedade. Esse foi o começo de um negócio que tem dado muito certo.
Voltrona fica a menos de seis quilômetros de San Giminiano, que é mais uma cidade medieval, com suas torres, ruas estreitas, muros de pedra , lojinhas e muitos restaurantes. Jantamos no Le Vecchie Mura, que tem um terraço panorâmico sobre o vale. A comida nem é lá essas coisas, mas vale o ambiente e a vista. Voltrona também serve de base para tiros mais longos, como Siena, Volterra ou Cortona. Claro, um carro é essencial para realizar esses passeios. E voltar deles no fim da tarde, sob o sol de quase trinta e cinco graus da Toscana, e encontrar uma piscina com borda infinita para as videiras é, no mínimo, reparador! O café-da-manhã também é um ponto alto da fazenda, com geléias caseiras e um iogurte maravilhoso. Há cavalos pra quem quiser montar, e aluguel de scooter, mas o bacana mesmo é curtir a visão dos ciprestes italianos, suas sombras se esticando sobre o gramado por conta do sol que não quer deitar, passar os olhos pela ondulações verdes de videiras, e sentir o aroma das flores de lavanda.
Não fomos a Volterra ( apesar do local ter ganho destaque por causa da Saga Crepúsculo). Preferimos rumar pra Siena e, quem sabe, Cortona...
A Fattoria Voltrona, como tantas outras na região que estavam abandonadas há algumas décadas, ganhou vida nova com o agriturismo. Quando a industrialização dificultou a vida das famílias tradicionalmente agrícolas, muitas abandonaram o campo e foram buscar novas oportunidades nos centros urbanos. Voltrona era só ruínas quando foi comprada pelo atual proprietário, que ainda tentou, sem sucesso, estabelecer uma produção leiteira. Nos anos oitenta, alguns alemães pediram para hospedar-se na fazenda, para espanto do dono, devido à total falta de estrutura das casas da propriedade. Esse foi o começo de um negócio que tem dado muito certo.
Voltrona fica a menos de seis quilômetros de San Giminiano, que é mais uma cidade medieval, com suas torres, ruas estreitas, muros de pedra , lojinhas e muitos restaurantes. Jantamos no Le Vecchie Mura, que tem um terraço panorâmico sobre o vale. A comida nem é lá essas coisas, mas vale o ambiente e a vista. Voltrona também serve de base para tiros mais longos, como Siena, Volterra ou Cortona. Claro, um carro é essencial para realizar esses passeios. E voltar deles no fim da tarde, sob o sol de quase trinta e cinco graus da Toscana, e encontrar uma piscina com borda infinita para as videiras é, no mínimo, reparador! O café-da-manhã também é um ponto alto da fazenda, com geléias caseiras e um iogurte maravilhoso. Há cavalos pra quem quiser montar, e aluguel de scooter, mas o bacana mesmo é curtir a visão dos ciprestes italianos, suas sombras se esticando sobre o gramado por conta do sol que não quer deitar, passar os olhos pela ondulações verdes de videiras, e sentir o aroma das flores de lavanda.
Não fomos a Volterra ( apesar do local ter ganho destaque por causa da Saga Crepúsculo). Preferimos rumar pra Siena e, quem sabe, Cortona...
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